Câmara de Vereadores do Recife homenageia gestores governamentais

Homenagem

Comendas foram entregues ontem (27/06) em sessão solene dedicada ao dia da carreira

A Câmara de Vereadores do Recife realizou sessão solene, nesta terça-feira (27), em  homenagem ao Dia do Gestor Governamental. Toda a carreira foi homenageada durante a reunião. Na ocasião, 34 gestores governamentais – das três especialidades, Administração, Controle Interno e Planejamento, Orçamento e Gestão – receberam uma comenda pelos relevantes serviços prestados ao Estado. O requerimento para realização da sessão solene foi feito pelo vereador Renato Antunes.

A sessão foi comandada pelo presidente da Casa, vereador Eduardo Marques, e a mesa foi composta ainda pelo gestor governamental Ednaldo Alves; Marconi Múzio (chefe de Gabinete da Prefeitura do Recife); Ricardo Dantas (secretário de Finanças do Recife); Décio Padilha (diretor de Gestão Corporativa da Compesa); e Rafael Figueiredo (controlador-geral do Recife).

Para o vereador Renato Antunes, é muito merecida a homenagem a esta profissão que, apesar de nova, vem lutando nos quase nove anos de existência para profissionalizar a gestão pública em Pernambuco. “É um dia muito feliz para mim. Na minha essência sou gestor governamental de Pernambuco, e sei o que a carreira representa para o Estado e para a nossa cidade. Trabalhar pela coisa pública é trabalhar pela coletividade”, destacou o vereador.

“Este evento é importante também a partir do momento que serve como divulgação do trabalho dos gestores governamentais. São trabalhadores e trabalhadoras que têm hora para bater o ponto na entrada, mas sem hora para sair. É um trabalho que carece de zelo e muita disposição. Somos gestores governamentais com muito orgulho. A todos vocês parabéns e esperamos dar à sociedade o que ela espera de nós: trabalho, trabalho e trabalho”, finalizou Renato, que é gestor governamental de Administração.

Mauro Odilon, presidente da Associação dos Gestores Governamentais de Planejamento, Orçamento e Gestão (Agpog), foi um dos que recebeu a comenda e falou da importância do dia. “Celebrar o Dia do Gestor Governamental é pensar na profissionalização da gestão pública. Alguns avanços foram feitos, mas muito ainda precisa ser realizado para melhorar os resultados das políticas públicas e aumentar a qualidade de vida da população. O Dia do Gestor Governamental é um dia de refletir e pensar sobre gestão pública”, afirmou Odilon.

Em nome dos gestores presentes na solenidade, Ednaldo Alves ressaltou, na tribuna, os desafios da carreira. “Independente de função, precisamos ter em mente qual é a nossa finalidade, que é publica, e fazer com que as políticas governamentais possam ser implementadas para os que mais precisam. Desde um cidadão que pega um ônibus ou aquele que necessita de um sistema de educação melhor”.

Entre os 34 homenageados, 14 eram gestores governamentais de planejamento, orçamento e gestão. Segue a lista: Adriano Danzi, Canton Wú, Cintia Albuquerque, Elisandra Paiva, Henrique Suassuna, Lilian Gomes, Luiz Humberto Cruz, Marcelo Dantas, Mauro Odilon, Nathália Farias, Newton Cerezini, Norma Guimarães, Severino de Andrade e Vitor Carvalho.

Fonte: Secretaria de Planejamento e Gestão

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GGPOGs argumentam contra e a favor da polêmica PEC 241 (PEC 55)

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Após aprovação na Câmara dos Deputados, no dia 26 de outubro, a PEC 241 tramita no Senado como PEC 55. Em entrevista, GGPOGs opinam sobre os impactos da proposta que tem causado divergência no país

Apresentada pelo governo Michel Temer, a Proposta de Emenda Constitucional 241, agora PEC 55, tem o objetivo de frear o crescimento dos gastos públicos e tentar equilibrar as contas públicas, congelando os gastos que serão reajustados apenas pela inflação do ano anterior, caso a medida entre em vigor.  A proposta tem causado polêmica e protestos por todo o país. Especialistas se dividem sobre o tema. Até mesmo a Procuradoria Geral da República chegou a se posicionar sobre a PEC, no dia 7 de outubro, divulgando uma nota que declarava a Proposta como inconstitucional por ofender “a independência e a autonomia dos Poderes Legislativo e Judiciário e a autonomia do Ministério Público e demais instituições constitucionais do Sistema de Justiça”.

Apesar da polêmica, a PEC foi aprovada em 2º turno na Câmara e agora está no Senado aguardando a primeira votação, que está marcada para o dia 29 de novembro. Os favoráveis à medida alegam que ela é necessária para que haja uma recuperação na confiança do mercado, geração de emprego e renda e contenção dos gastos públicos. Os que são contra afirmam que é um retrocesso, além de ser uma medida que vai causar impactos em duas áreas prioritárias para o bem estar social: a saúde e a educação. Aqui, dois GGPOGs se posicionam a respeito da PEC do teto, como ficou conhecida a proposta. São eles Rodrigo Valença, Superintendente de Tecnologia, Orçamento e Finanças do Distrito de Fernando de Noronha e Vitor Costa, Diretor de Sistemas Corporativos Financeiros na SEFAZ.

1- Qual é a sua opinião em relação à PEC 241, você se posiciona a favor ou contra e por quê?

Rodrigo Valença: O Brasil enfrenta uma grave crise econômica, com rápido aumento do desemprego e da inflação e consequente perda do poder de compra. Sem dúvida, um cenário que exige medidas austeras por parte do Governo Federal para que o País possa estancar a neutralização dos ganhos sociais percebidos nos últimos anos. Porém, apesar de possuir pontos positivos, o congelamento linear sugerido pela PEC 241 representa uma forma simplista de tentar resolver o problema. O Brasil possui extremas carências sociais que ainda demandam priorização dos investimentos. O congelamento dos recursos destinados a determinadas áreas (como saúde e educação, que, por sinal, possuem regras constitucionalmente estabelecidas para direcionamento de recursos baseadas na receita) ensejaria um retrocesso nas políticas públicas não só de curto prazo, mas, principalmente, nos projetos estruturadores de longo prazo, haja vista que a primeira revisão das medidas seria possível apenas após 10 anos. Além disso, a PEC põe em risco o crescimento do salário mínimo acima da inflação, caso o Estado não cumpra os limites estabelecidos pela proposta. Portanto, sou contra a PEC 241.

Vitor Costa: Considero a intenção do governo em atuar na gestão da despesa pública muito válida, ainda que não seja 100% a favor do projeto da forma que está posta, a exemplo do prazo muito extenso de 20 anos, pois se a PEC der certo e a arrecadação subir muito, o estado tenderá a fazer caixa, o que não deve ser um objetivo do governo, apesar de improvável. Temos convivido num cenário muito delicado nas contas públicas que estão refletindo na economia do país, seja internamente ou externamente.  O estado mesmo numa situação crítica não consegue parar de crescer acima da sua receita. Dados do Ministério da Fazenda apontam que entre 2008 e 2015 os gastos com despesa primária cresceram acima da receita (50% contra 14%, respectivamente). Não é à toa que a dívida do Governo Federal cresceu proporcionalmente ao PIB. A dívida pública da União participava anualmente em média em 55% do PIB nesse mesmo período. Atualmente, em dados já de 2016, encontra-se em quase 70%. A média dos países emergentes é de 44%, dados de 2015 do FMI. A União carrega consigo mais de R$ 170 bilhões de déficit. Para se ter uma ideia do que isto representa, esta monta daria para financiar 7 anos do programa bolsa família. Então, fica muito claro que a situação é grave e não se amortiza um déficit tão volumoso sem reflexos incômodos. Atenta-se ainda que a Previdência, despesa mais descontrolada do governo, nem é tratada nesta PEC. A PEC tenta nortear a política fiscal como saída da crise impondo um teto global para o governo, deixando livre para o governante fazer suas opções, definir suas prioridades, sem necessariamente crescer o gasto público. Mesmo que um determinado programa ou órgão ultrapasse o seu próprio teto, o governo poderá fazer medidas compensatórias em outras áreas. O que a PEC sinaliza, em suma, é frear o crescimento do estado como um todo, que estava inchando e avançando muito acima da receita, rumo à insolvência. Não se estará obrigatoriamente diminuindo o estado, com as correções de inflação como teto máximo de “crescimento”, na prática o estado poderá ser mantido do tamanho que já está. Poderá até crescer em determinadas áreas.

2 – Que benefícios o cumprimento da PEC do teto traria para o país?

Rodrigo Valença: É cediço que o aumento desregrado dos gastos públicos é um dos principais fatores que resultaram no atual cenário de contas devastadas. Em termos práticos, o congelamento das despesas ajudaria a recuperação do equilíbrio com a receita, que é um ponto basilar para frear o aumento caótico da dívida pública brasileira e que, caso não sejam tomadas medidas urgentes, levará o País à insolvência. Além disso, seria uma sinalização positiva para o mercado, auxiliando na recuperação da confiança perdida nos últimos anos e que resultou, entre outros fatores, no rebaixamento do Brasil pelas agências internacionais.

Vitor Costa: Os benefícios em resumo são: corrigir o déficit fiscal atual; demonstrar ao mercado que o país está preocupado com a saúde de suas finanças e está buscando seu equilíbrio; evitar crescimento da carga tributária; evitar crescimento da dívida pública sobre o PIB; aumentar a eficiência, fazendo mais com menos recursos; criar aculturamento mais forte da gestão da despesa pública pelo Executivo enfatizando a qualidade do gasto, tendo fiscalização pelo Legislativo; forçar ao governante a fazer escolhas adequadas de acordo com as prioridades, tornando mais claro à população suas reais intenções e equilibrar melhor a balança entre Quantidade (R$) versus Qualidade, afinal, já não temos serviços de qualidade, mesmo tendo elevada arrecadação.

3 – Qual será o impacto da PEC 241 na saúde e na educação?

Rodrigo Valença: A saúde e a educação são direitos sociais constitucionalmente estabelecidos e precisam ser priorizadas. O Poder Público ainda não atingiu patamares minimamente satisfatórios de atendimento à população nessas áreas. Obviamente, políticas públicas de sucesso não são compostas apenas de recursos financeiros, mas também de boa gestão focada na qualidade do gasto – outro grande problema do Estado brasileiro. Contudo, diante da precariedade em que esses setores ainda se encontram e da sua essencialidade para mudanças sociais estruturais de longo prazo, o congelamento dos percentuais mínimos de investimentos nessas áreas poderá ser fatal para programas que vêm buscando avançar na qualidade da prestação desses serviços, como, por exemplo, o Plano Nacional de Educação.

Vitor Costa: A União, atualmente, para a educação, tem por obrigação constitucional direcionar no mínimo 18% da sua receita líquida de impostos. Já para a saúde são no mínimo 13,2%. Com a PEC, a regra passará a ter como limite o ajuste inflacionário do ano anterior, assim como as demais despesas enquadradas. Porém, é importante ressaltar que o teto não será congelado para cada despesa. O teto poderá ser compensado, ou seja, caso o governante queira priorizar educação e/ou saúde, terá a liberdade de direcionar orçamento de qualquer valor, mesmo acima do ajuste da inflação, bastando apenas que se compense em outras áreas. Então, cabe esclarecer que o teto é global. Outra informação importante quanto ao financiamento da educação é que a PEC não afetará os repasses para o FUNDEB, Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação. Esse fundo tem por objetivo complementar o financiamento do ensino fundamental, da educação infantil, do ensino médio e da educação de jovens e adultos; que são providos pelos estados e municípios. Além da garantia de não alteração no FUNDEB, constata-se que grande parte do financiamento da educação pública fica a cargo dos estados e municípios, entes estes que não serão afetados pela PEC 241.
No caso da Saúde, o nível de destinação de recurso fica abaixo da média. Os gastos públicos com saúde representam aproximadamente de 3,6% do PIB (dados de 2013). Se somado com os gastos das famílias e dos convênios privados em saúde, chega-se a quase 9% do PIB. O Brasil é o único país entre as dez maiores economias do mundo em que os gastos privados, feitos pelos planos de saúde e famílias, superam os gastos públicos (Dados da OMS indicam que a proporção do financiamento fica com 47% a cargo do setor público e 52% a cargo dos pacientes). O que indica que de fato que há subfinanciamento no sistema público brasileiro. Contudo, quando comparado ao BRICS, o Brasil fica acima de todos eles. Já no cenário mundial, porém, os dados da OMS evidenciam que em média governos destinam 14% de seus orçamentos para a saúde. Nos países considerados ricos e desenvolvidos, a taxa é de 16,8%. Então, diante destes dados, há de se concluir que a situação atual dos índices constitucionais impostos à União para destinação de recursos à saúde pública não estão garantindo nem a quantidade de dinheiro necessária nem tampouco a qualidade do sistema. Tudo desemboca no foco nas escolhas adequadas diante das necessidades do país, e a PEC não afetará esta liberdade.

4 – A PEC do teto de gastos vai atingir igualmente ricos e pobres?

Rodrigo Valença: Não. Por uma questão simples: quem mais depende de investimentos em serviços públicos básicos é o pobre. Sua (pouca) esperança também será congelada.

Vitor Costa: Cabe deixar claro que o objetivo da PEC não é beneficiar determinada classe social, a verdade é que seu objetivo é ajustar a situação econômica do país pelo viés do controle do gasto público (política fiscal) de modo que possa reduzir o déficit e o endividamento públicos usando do mecanismo de tetos/limites de crescimento. O resultado dos efeitos da PEC sobre as classes sociais estará correlacionado às decisões governamentais, às escolhas. Os pobres, por exemplo, poderão não sofrer efeitos negativos, caso as escolhas sejam direcionadas às políticas que tenham reflexo nesta classe social. Além disso, a aposta da PEC é de que com o equilíbrio das contas, a economia poderá se estabilizar, voltar ao caminho do crescimento, viabilizando a diminuição do desemprego, menores taxas de juros, volta ao controle da inflação e incentivo à retomada de investimentos privados. Estes fatores acabam por auxiliar todas as classes sociais, inclusive os pobres.

5 – De que forma a PEC vai impactar no salário mínimo?

Rodrigo Valença: Caso o Estado não cumpra os limites propostos, o salário mínimo só poderá ser reajustado de acordo com a inflação. Ou seja, também será congelado. O aumento real do salário mínimo foi o responsável por uma mudança social e comportamental da população brasileira, dando condições ao assalariado de baixa renda de usufruir de serviços e produtos inimagináveis em outras épocas. É um lado perverso da PEC, mais uma vez trazendo prejuízos para as classes sociais mais baixas e apontando para uma tendência de desconstrução de conquistas sociais.

Vitor Costa: Sem dúvidas impactará, já que os crescimentos reais não terão mais vinculação a um índice. Atualmente, o salário mínimo é reajustado pela inflação do ano anterior (até aí tudo igual) somado da variação percentual positiva do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores. Com a PEC, as variações do salário mínimo obedecerão à mesma regra das demais despesas primárias. Podendo ganhar aumento real sim, a depender das escolhas do governante, e somente, no máximo o reajuste da inflação do ano anterior, se o governo exceder o seu teto global. A perspectiva é que com uma economia equilibrada, se gere um ambiente macroeconômico favorável que seja possível aumentar a empregabilidade e restabelecer o aumento do salário real. Nada adianta os salários aumentarem sem crescimento do país, convivendo com juros altos e baixa produtividade, o efeito é contrário, mais inflação, mais desemprego, menos crescimento, mais crise.

Os Três Pilares: a gestão pernambucana com resultados

A revista Negócios PE divulgou no dia 15 de outubro de 2014 uma “edição especial e histórica” com o título: “O CEO Eduardo”.  Dentre as matérias abrangidas pela revista, destacamos “Os três pilares”, em referência aos três pactos (saúde, educação e segurança) criados durante o primeiro mandato do ex-governador Eduardo Campos em Pernambuco.

A matéria traz uma entrevista com o Secretário de Educação e Esportes, Ricardo Dantas, o qual aponta o bom desempenho do Estado nos resultados obtidos nas avaliações nacionais e algumas das principais ações desenvolvidas pelo Pacto pela Educação, que teve seu início em 2011 com a chegada dos Gestores Governamentais de Planejamento, Orçamento e Gestão na Secretaria de Educação e Esportes.

Leia a matéria completa aqui: Os três pilares

BPTRAN homenageia Gestora Governamental

No último dia 26 de setembro, o Batalhão de Polícia de Trânsito homenageou na cerimônia que comemorou o 22º aniversário da unidade as pessoas que direta ou indiretamente contribuíram com os resultados da OME em 2014 com o diploma de Amigo do BPTran. Dentre os homenageados está a Gestora Governamental de Planejamento, Orçamento e Gestão Adriana Oliveira.

Durante a cerimônia, a Tenente Coronel Hélida Figueiredo, que está à frente da unidade há três anos, falou da contribuição do Batalhão de Trânsito para o Pacto pela Vida – PPV. “Este batalhão tem cumprido com excelência o papel de bem servir à sociedade pernambucana, por isso o reconhecimento e a gratidão são uma constância em nosso dia a dia. O BPTran tem sido um grande colaborador do PPV no combate expressivo da violência social, através das ações diárias no trânsito”, disse.

A Gestora Governamental falou sobre a condecoração: “Fico muito feliz em saber que o trabalho do Núcleo de Gestão por Resultados na Defesa Social é visto como uma parceria no sentido de contribuir para o planejamento e a gestão da unidade, aproximando o BPTran ao Pacto pela Vida.”

Dessa forma, ela se junta a outros gestores governamentais do Núcleo de Gestão por Resultados na Defesa Social (NGR-SDS/SEPLAG) que já receberam premiação semelhante: Pâmela Alves, Phillip César, Sandra Queiroz e Victor Lôbo.

Com informações do site da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco

(14.09.26) Adriana - Amiga BPTran

Com foco na gestão, Pernambuco tem a maior melhora no IDEB e ocupa a quarta posição

A gestão transformadora que mostra resultados!

A gestão transformadora que mostra resultados!

Nesta sexta-feira, foram divulgados os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de 2013. Pernambuco teve papel de destaque nos resultados mostrando melhoras substanciais no índice responsável por avaliar a qualidade da educação no Brasil. Hoje, o secretário da Educação de Pernambuco, Ricardo Dantas, destacou o importante trabalho que vem sendo feito através do Pacto pela Educação, política pública de educação do estado. Os gestores governamentais de planejamento, orçamento e gestão têm grande responsabilidade no desenvolvimento da política.

Atuando desde 2011, o Núcleo de Gestão por Resultados na Educação participou da formulação das diretrizes e indicadores do Pacto pela educação. Além da apresentação elaborada bimestralmente com os principais indicadores de cada escola e gerência regional, os gestores governamentais contribuem realizando diagnósticos e reuniões de gestão com os gerentes regionais e com a equipe gestora das escolas prioritárias. As escolas prioritárias são aquelas com resultados inferiores que precisam de um apoio maior para conseguir melhorar o processo de ensino aprendizagem e dessa forma alcançar resultados mais elevados. Inclusive algumas das reuniões com os gestores escolares acontecem na própria unidade de ensino, onde o gestor governamental tem a oportunidade de elaborar uma análise comparativa entre os indicadores da escola e sua estrutura física, equipe administrativa e pedagógica e os próprios alunos. Auxiliam na elaboração de planos de ação para resolução dos problemas encontrados e na disseminação da gestão voltada para resultados.

Os resultados na Educação são mais lentos, mas já observamos melhorias muito significativas como a redução da taxa de abandono dos estudantes que em 2007 era 24% e em 2013 passou a ser 5,4%. Outro resultado recente, divulgado hoje, que comprova os avanços na educação em Pernambuco é o do IDEB 2013. Pernambuco passou de 16º no ranking nacional do Ensino Médio, que é o foco do Pacto pela Educação, para 4º lugar com o resultado de 3,6 alcançando a meta do MEC para 2015. Foi o estado da Federação que mais cresceu de 2011 para 2013, com 16% de crescimento.

Além disso, os gestores escolares, com o auxílio dos gestores governamentais, conseguem hoje focar os esforços onde realmente é necessário, envolvendo os professores e equipe gestora em projetos voltados para todos os alunos mas com atenção especial para os que possuem desempenho inferior.

O Núcleo de Gestão por Resultados na Educação é responsável pelo acompanhamento e monitoramento das metas prioritárias da Secretaria de Educação. As reuniões, com a presença do secretário, secretários executivos, assessores e gerentes, acontecem semanalmente e têm como pauta as deliberações geradas nas reuniões de monitoramento com o Governador e o acompanhamento da execução das metas prioritárias. Objetiva também destravar processos licitatórios, jurídicos e administrativos.         Constata-se a importância dessas reuniões conduzidas pelo Núcleo de Gestão a partir do momento que observamos uma série de ações concluídas no âmbito da Secretaria. Podemos destacar como frutos desse monitoramento a abertura de diversas licitações e conclusão de processos nas áreas de infraestrutura, pedagógica, merenda, material escolar e tecnológico para as escolas.

Mais uma APOG é congratulada com MPMPM

A Medalha Perna(14.06.10) Medalha PM 2014mbucana do Mérito Policial Militar (MPMPM) foi criada através do Decreto Estadual nº 5.039 de 05 de maio de 1978, com base no inciso II, do art. 69 da Constituição do Estado de Pernambuco, sendo uma forma de reconhecimento público por parte do Estado aos Policiais Militares considerados destaques dentre seus pares, e também a personalidades, autoridades militares e civis, instituições públicas e entidades privadas, que prestaram relevantes serviços à segurança pública e colaboraram efetivamente com as ações da Polícia Militar de Pernambuco.

A Analista de Planejamento, Orçamento e Gestão (APOG) Adriana Oliveira do Núcleo de Gestão por Resultados na Defesa Social (NGR-SDS) recebeu a Medalha Pernambucana do Mérito Policial Militar no encerramento das comemorações dos 189 anos da Polícia Militar em solenidade realizada na manhã da última segunda-feira (09) no Teatro Luiz Mendonça. Na oportunidade, as analistas em Gestão Administrativa Isadora Maia da Silva Correia e Tarciana Silva Bezerra também foram agraciadas.

Adriana é décima primeira APOG a receber esta condecoração. Antes dela já receberam a MPMPM: André Silva, Ivo Carille, Jorge Rosário, Nathália Vieira, Pâmela Alves, Phillip César, Roberto Jerônimo, Ryan Amorim, Sandra Queiroz e Severino Andrade.

 

Reuniões do Pacto pela Educação nas Gerências Regionais de Ensino de Pernambuco

O Secretário de Educação e Esportes, Ricardo Dantas, junto com sua comitiva, incluindo os analistas e gerentes da Secretaria de Planejamento e Gestão, iniciou em maio as reuniões do Pacto pela Educação nas 17 Gerências Regionais de Educação do Estado. As reuniões têm como objetivo firmar o compromisso do Pacto pela Educação junto à sociedade, falar sobre as ações desenvolvidas, os resultados obtidos em 2013, bem como o planejamento para o ano de 2014.
Após as reuniões, a Secretaria de Planejamento e Gestão, junto com as Gerências Regionais de Educação se reúnem com grupos de diretores de escolas para a apresentação dos resultados e discussão de ações específicas para a melhoria do ensino.
A reunião do Pacto pela Educação na regional do Sertão Sub-Médio São Francisco teve nota publicada no blog de Assis Ramalho.

Eleição da Nova Diretoria da AAPOG

 Diretoria AAPOGPE 2014

No dia 01 de maio de 2014 tomou posse a nova diretoria da Associação dos Analistas de Planejamento, Orçamento e Gestão. O novo grupo vem, entre várias tarefas,  dar continuidade às ações desenvolvidas pelas diretorias anteriores, contribuir para o fortalecimento da gestão pública de qualidade, manter o diálogo aberto entre os analistas e a Secretaria de Planejamento, além de lutar pelo devido reconhecimento do cargo perante a sociedade.

Para isso, é indispensável a participação de TODOS os analistas nas discussões, debates e reuniões. A presença de cada um é fundamental para o fortalecimento da carreira, além de servir como incentivo e reconhecimento aos membros da associação, que se empenham e trabalham para o bem do coletivo.

 

Cargos/Analistas

Presidente: Canton Farias Braga Wu

Vice Presidente: Danyllo Almeida Bezerra

1º Secretário: Marcela Melo de Andrade Lima

2º Secretário: Marcilio Azevedo Junior

1º Tesoureiro: Cristian Alves Pessoa

2º Tesoureiro: Bruno Braga Gomes dos Santos

Diretor de Comunicação, Cultura, Lazer e Esportes: Jose Ivo Carille Neto

Assessor de Comunicação, Cultura, Lazer e Esportes: Karine Correia Pereira

Conselho Fiscal: Noel Teixeira Lopes Neto

Conselho Fiscal: Fellipe Gustavo da Silva Ferreira Lima

Conselho Fiscal: Joao Paulo Wayand de Andrade

BID realiza estudo do Modelo de Gestão de Pernambuco

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) esteve na Secretaria de Planejamento e Gestão para conhecer melhor o premiado Modelo de Gestão pernambucano. O Modelo de Gestão integra a estratégia do governo do Estado às atividades de planejamento, orçamento, monitoramento e gestão por resultados.

Com o apoio do Instituto Publix, foram realizadas diversas entrevistas buscando entender melhor o modelo. As entrevistas não se restringiram somente ao âmbito da SEPLAG. Além do próprio Governador, foram consultadas também outras secretarias, parlamentares da situação e oposição, membros da academia e imprensa.

O resultado deste trabalho pode ser verificado através do link abaixo nas versões em português, espanhol e inglês.

Boa leitura.

http://publications.iadb.org/handle/11319/6435?locale-attribute=pt&locale-attribute=es&

 

Governo lança projeto de crescimento “Pernambuco 2035”

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Analistas de Planejamento, Orçamento e Gestão marcam presença no lançamento do “Pernambuco 2035”

Até 2035, Pernambuco terá pouco mais de 20 anos para dar sequência ao projeto de crescimento econômico-social iniciado nas últimas gestões. Mas para a atual administração, 2035 já começou. Na manhã da última terça-feira (1º), no auditório da sede do Banco Central no Recife, o governo do estado apresentou um plano de metas que vem sendo maturado nos últimos sete anos, o “Pernambuco 2035”.

A compilação de estudos, que recebeu apoio do Movimento Brasil Competitivo (MBC) e consultoria técnica do Consórcio Pernambuco do Amanhã, formado pelas empresas Macroplan, Ceplan e TGI, traz um quadro de diagnósticos, metas que o estado poderá se basear para alcançar o patamar de equilíbrio desejado até 2035 e pesquisas de opinião, conforme os impactos significativos do ponto de vista da transposição demográfica.

Todo o estudo, inclusive, já está disponível no portal http://www.pernambuco2035.com.br. Nele, os internautas poderão conferir a metodologia utilizada no levantamento de dados, estatísticas sobre vários setores e metas para os próximos 20 anos em distintos segmentos, a exemplo da educação, finanças públicas, qualidade de vida, mobilidade, sustentabilidade e tecnologia, entre outros.

“O projeto pretende deixar uma visão de futuro para as próximas gestões, além de ser uma proposta de debates através de um conjunto de metas com a sociedade. Entre os objetivos, está o compromisso de elevar Pernambuco entre os cinco melhores estados brasileiros para se viver, trabalhar e prosperar”, explicou Frederico Amâncio, secretário estadual de Planejamento e Gestão.

pe2035De acordo com o MBC, o conjunto de estudos faz um balanço do estado atualmente, destacando os avanços, por exemplo, na área de segurança pública, com a redução dos índices de homicídios. O material também destaca uma lista de cerca de 40 metas estabelecidas, onde a educação é o modelo central de crescimento auxiliada por um plano de governança discutido com a sociedade.

Ao todo, as metas propostas se dividem em oito áreas tidas como fundamentais para o crescimento do estado: crescimento diversificado, qualidade de vida, salto na educação, capacidade competitiva e tecnológica, interior do estado dinâmico, desenvolvimento humano, sustentabilidade e aprimoramento institucional. Um dos pilares do projeto, aliás, é a elevação do nível de escolaridade de 6,4 para 12 anos de estudo.

Gargalos

O plano de crescimento prevê a resolução de gargalos já conhecidos do estado, como a ampliação da rede de saneamento em todo o estado, diminuição do congestionamento do Poder Judiciário, redução da taxa de homicídios de jovens, e interiorização do crescimento e melhorias no sistema de transporte público. “O crescimento não deve ocorrer apenas com investimentos na área industrial ou agropecuária, mas também nos serviços pera fortalecer a cidadania”, pontuou Amâncio.

De acordo com os órgãos envolvidos na criação do “Pernambuco 2035”, caso as metas sejam desenvolvidas, até os próximos 20 anos cinco resultados diretos poderão ser comprovados. Além de oferecer educação de qualidade a todos os pernambucanos e instituições referência no serviço público, o grupo acredita que em 2035 cada pernambucano terá 11 anos a mais de expectativa de vida, renda três vezes maior que a atual e diminuição da pobreza, onde oito em cada dez cidadãos saem dessa condição.

Irani Varela, representante do MBC, relembrou das primeiras reuniões sobre o projeto, em 2007, e disse que a compilação do “Pernambuco 2035” foi o trabalho de maior continuidade do órgão. “Faz parte do processo de gestão descobrir novos problemas e mostrar, através de um planejamento sério, as soluções mais eficientes. Visão a longo prazo é fundamental para uma boa gestão”, completou.

Com informações do Diario de Pernambuco.